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Saque do FGTS: as novas regras para acessar seu dinheiro e como descobrir o seu saldo

As novas regras para a liberação do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), anunciadas pelo governo nesta quarta-feira, permitirão saques de até R$ 500 de contas ativas e inativas do fundo a partir de setembro e criam uma nova modalidade de liberação anual: o “saque-aniversário“.

Batizada de $aque Certo, a medida provisória assinada pelo presidente Jair Bolsonaro também aumenta o repasse do rendimento obtido pelo fundo aos trabalhadores e permite que o saldo nas contas do FGTS seja usado como garantia para pegar empréstimos. O governo também anunciou uma nova liberação para saques do fundo PIS/Pasep.

De acordo com o governo, 80% das contas existentes no FGTS têm saldo de até R$ 500, valor fixado para o saque que será permitido a partir de setembro. A medida poderá beneficiar 96 milhões de trabalhadores, segundo o governo.

O Ministério da Economia estima que as medidas permitam liberar cerca de R$ 30 bilhões na economia neste ano (R$ 280 bilhões do FGTS e R$ 2 bilhões do PIS/Pasep), e possam incrementar o crescimento em 0,35 ponto percentual ao longo de doze meses. A expectativa é que a injeção de recursos ajude a aquecer a economia, após o PIB encolher 0,2% o primeiro trimestre.

O ex-presidente Michel Temer também usou a liberação de recursos da do FGTS para tentar estimular a economia – em dezembro de 2016, anunciou um saque “fora de época” de contas inativas, em um total de R$ 44 bilhões.

As novas regras, entretanto, se estendem às ativas, e criam mecanismos para retiradas graduais, permitindo ao trabalhador realizar saques anualmente.

Com a expectativa que havia sido gerada em torno do anúncio das novas medidas, muitos trabalhadores têm recorrido à internet preocupados em saber quanto têm de verba no fundo. Buscas para entender como consultar seu saldo é uma das principais na internet relacionadas ao termo “FGTS”.

Nos oito tópicos abaixo,  explicamos o que muda com o novo sistema, como funciona o FGTS e como consultar o valor de suas contas ativas e inativas.

1. Até R$ 500 por conta
O primeiro efeito das novas regras começará a ser sentido em setembro, mês a partir do qual trabalhadores poderão fazer um saque imediato de até R$ 500 por conta ativa e inativa no FGTS. Se o trabalhador tiver mais de uma conta, o que acontece quando já teve carteira assinada em empregos diferentes, poderá sacar até R$ 500 de cada uma.

O governo elaborou um cronograma para os saques entre setembro de 2019 e março de 2020, que será divulgado pela Caixa Econômica Federal.

Correntistas do banco terão o saque feito automaticamente e depositado em suas contas, a não ser que informe ao banco que prefere manter os recursos no fundo. Detentores do Cartão Cidadão poderão fazer o saque no caixa automático. Saques de menos de R$ 100 poderão ser feitos em casas lotéricas, mediante apresentação de carteira de identidade e CPF.

2. Saque-aniversário
A partir do ano que vem, o governo vai permitir que trabalhadores saquem um percentual de seu saldo no FGTS em seu mês de aniversário, medida que poderá ser repetida nos anos subsequentes.

O percentual de saque permitido depende o saldo de cada conta, variando de 5% a 50% do total. Quanto maior o valor no fundo, menor o percentual, ou seja, a população de baixa renda poderá sacar porcentagens maiores do dinheiro que tiver no fundo.

Além disso, no mesmo saque anual o trabalhador poderá sacar uma parcela adicional, que também varia de acordo com o volume contido no saldo. Se o valor no fundo estiver entre R$ 500 e R$ 1 mil, essa pessoa poderá sacar 40% do valor e uma parcela adicional de R$ 50. Já se tiver mais de R$ 20 mil, poderá sacar 5% e uma cota extra de R$ 2.900.

Para ter acesso a esses saques anuais, entretanto, o trabalhador precisará migrar para esta modalidade, comunicando a mudança à Caixa a partir de outubro de 2019. Ao optar por sacar esses valores anuais, o trabalhador perde o direito de efetuar o sacar seu FGTS de uma vez caso seja demitido sem justa causa. Ele poderá migrar de volta para o sistema antigo se quiser, mas terá que esperar dois anos depois que solicitar a mudança. A migração não é obrigatória, e as regras antigas continuarão valendo para quem não aderir.

3. Rendimento e crédito
Além das liberações previstas, o governo anunciou que o lucro do fundo passará a ser integralmente repassado aos trabalhadores.

Desde 2017, o percentual de rendimento do FGTS destinado ao cotista é de 50%, com base nos lucros obtidos no ano anterior à distribuição. No novo modelo, passará a ser de 100%, o que, segundo o governo, “impactará na rentabilidade do fundo e beneficiará o trabalhador”.

Além disso, o titular da conta poderá usar o seu saldo como garantia para contratar empréstimos com instituições financeiras. “Tal medida deve ampliar o acesso ao crédito para o trabalhador, reduzindo o seu custo, com taxas de juros inferiores às modalidades usualmente destinadas a pessoas físicas”, diz o governo.

4. Como ficam as regras antigas para saque do FGTS?
As regras vigentes antes do anúncio da equipe de Jair Bolsonaro permitiam o saque em uma lista de circunstâncias específicas, que continuam valendo.

São elas: a compra de um imóvel; quando o trabalhador fica afastado do regime do FGTS por três anos consecutivos; além de casos em que o trabalhador ou dependentes forem portadores do vírus HIV, de câncer ou quando estiverem em estágio terminal devido a uma doença grave.

Porém, até agora a aposentadoria e a demissão com justa causa eram os momentos mais conhecidos de saque do FGTS. Isso vai mudar para trabalhadores que migrarem para o sistema do saque-aniversário e optarem por liberar parcelas do fundo anualmente.

Na aposentadoria, o trabalhador seguirá podendo sacar toda a verba que tem no fundo, mas a flexibilização dos saques fará com que muitos possam ter acesso aos recursos antes disso.

Já a demissão sem justa causa dava ao trabalhador acesso a toda a verba que tivesse no fundo, além de uma multa de 40% sobre esse valor, paga pelo empregador. A partir de agora, se optar pelo saque-aniversário, o trabalhador deixa de ter acesso a sacar o dinheiro do fundo se for demitido sem justa causa. A multa de 40% a ser paga pelo empregador continua a valer.

Se não migrar para o novo sistema, continua a valer a regra antiga, ou seja, o trabalhador tem acesso a 100% de seu FGTS se for demitido sem justa causa.

A reforma trabalhista sancionada pelo então presidente Michel Temer também criou a possibilidade de rescisão por acordo entre o trabalhador e a empresa. Nesse caso, ele tem direito de sacar 80% do saldo da conta do FGTS e a multa do empregador é de 20% sobre esse valor.

5. Quem tem direito ao FGTS?
O fundo de garantia é um direito do trabalhador que tem emprego formal – ou seja, que trabalha com carteira assinada. As empresas têm a obrigação de depositar, mensalmente, o equivalente a 8% do valor do salário do trabalhador para a conta dele no fundo.

6. Como ver o saldo do FGTS?
As informações sobre o FGTS devem ser dadas pela Caixa, que é o chamado agente operador do FGTS – ou seja, é responsável por controlar as contas ativas e inativas e gerir aplicações financeiras, entre outros.

Além de buscar uma agência da Caixa ou de esperar comunicações pelo correio, é possível consultar o saldo do FGTS pela internet: no site da Caixa ou por meio do aplicativo “FGTS”, disponível no Google Play, Apple Store e Windows Store.

Ao acessar o aplicativo, se você ainda não tem uma senha cadastrada, clique em “primeiro acesso”, na parte inferior da tela. Para isso, você deve ter em mãos o número do NIS (Número de Inscrição Social), que é o mesmo do PIS (Programa de Integração Social). Esse número pode ser encontrado na carteira de trabalho, no Cartão Cidadão, junto ao empregador ou em extratos anteriores do FGTS.

Após criar a senha, você pode fazer o login. O aplicativo pedirá para você confirmar ou atualizar seu endereço residencial. Em seguida, você conseguirá acessar suas contas do FGTS. Se você teve mais de um empregador, terá mais de uma conta – todas registradas sob o seu PIS/NIS. As chamadas contas inativas se referem a empregos anteriores e as ativas são aquelas relativas a contratos em vigor.

Você pode consultar, pelo aplicativo, o extrato detalhado de cada uma dessas contas. Também encontrará opção para fazer download do extrato e salvar o arquivo em formato PDF.

No mesmo aplicativo, você pode encontrar pontos de atendimento da Caixa próximos a você, se precisar comparecer pessoalmente.

7. Como cadastrar o telefone para receber o saldo do FGTS por SMS?
Em vez de receber, a cada dois meses, um extrato do FGTS no endereço residencial, o trabalhador pode optar por ser informado sobre o saldo por SMS.

Estes avisos trazem informações sobre o valor do depósito mensal feito pelo empregador; o saldo atualizado com juros e correções monetárias; e, quando houver, mostram a liberação de saque ou ajustes na conta, segundo a Caixa.

A adesão a esse serviço pode ser feita pela internet. É preciso informar o número do NIS/PIS e digitar a senha da internet previamente cadastrada.

8. Quando e por que o FGTS foi criado?
O FGTS foi criado em 1966, durante a ditadura militar, e hoje está previsto como um direito dos trabalhadores na Constituição Federal.

O fundo foi criado como alternativa à chamada estabilidade decenal, que previa que o empregado com mais de 10 anos de serviço na mesma empresa não poderia ser despedido se não fosse por “falta grave ou circunstância de força maior, devidamente comprovadas”.

A ideia era compensar a mudança nas regras que acabaram com essa estabilidade com uma proteção financeira ao trabalhador, criando essa poupança forçada para momentos de necessidade.

A quantidade de contas supera 780 milhões, e o total de ativos do FGTS somava R$ 496,85 bilhões no fim de 2017, segundo o relatório mais recente.

De acordo com a Caixa, 84% das contas com saldo têm um valor de até um salário mínimo (R$ 998). O trabalhador tem uma conta para cada emprego formal que tem ou teve.

Como os recursos dos trabalhadores depositados no fundo são usados para financiar a juros baixos obras de habitação, saneamento e infraestrutura, o retorno também é menor que o de outras aplicações. O rendimento é de 3% ao ano, mais a Taxa Referencial (TR), calculada pelo Banco Central.

Além de ser operado pela Caixa, o fundo é administrado por um conselho tripartite – ou seja, composto por representantes dos trabalhadores, dos empregadores e representantes do governo federal.

Nubank – Banco digital recebe investimento de US$ 400 milhões e já vale mais de US$ 10 bilhões

O Nubank continua crescendo em um ritmo impressionante. A fintech confirmou nesta sexta-feira, 26, que recebeu um novo investimento no valor de US$ 400 milhões, que coloca o valor total da companhia na casa dos US$ 10,4 bilhões, sendo a primeira empresa brasileira a superar a marca dos 10 bilhões por meio de rodadas fechadas de investimentos.

O novo aporte foi coordenado fundo TCV, dos Estados Unidos, que já possui participação em empresas gigantescas do Vale do Silício, como Facebook, Netflix e Airbnb. É a primeira vez que o grupo investe em uma empresa latino-americana, e a ação foi providencial, fazendo com que o Nubank se tornasse a startup mais valiosa da América Latina.

O Nubank está em fase de franca expansão, e o capital ajudará a empresa a manter seu ritmo de ampliação da base de clientes e penetração em outros países. A empresa já possui escritórios no México, onde a oferta de serviços deve começar ainda neste ano, e na Argentina, onde a previsão de lançamento é para 2020.

Além da expansão internacional, o Nubank tem ampliado consideravelmente sua gama de serviços nos últimos anos. A empresa nasceu com seu cartão de crédito sem tarifas, mas aos poucos foi diversificando suas opções: logo surgiu o programa de pontos do cartão, a NuConta, investimentos e empréstimo pessoal. Também é aguardado que dentro de pouco tempo a companhia confirme o lançamento de uma conta digital para empresas.

O Nubank é parte de uma lista bastante restrita de startups brasileiras a receberem o título simbólico de “unicórnio”, como são conhecidas no jargão do Vale do Silício as startups com valor de mercado superior a US$ 1 bilhão. Ao revelar o negócio, o Wall Street Journal chegou a inovar na linguagem, chamando o Nubank de “decacórnio”, que seriam os unicórnios de mais de US$ 10 bilhões.

Bancos digitais – De Inter a Neon os novos modelos de bancos oferecem serviços também para PJ

Depois das , as empresas, agora, começam a entrar na alça de mira desse novo modelo de bancos, viabilizado pelas fintechs

Os bancos digitais vêm conquistando uma boa fatia do mercado de contas correntes de pessoas físicas no país. Quem recorre a essas instituições busca menos burocracia para a abertura e mais economia para a manutenção de contas e tarifas bancárias. Depois das pessoas físicas, as empresas, agora, começam a entrar na alça de mira desse novo modelo de bancos, viabilizado pelas fintechs. Alguns bancos digitais criaram estruturas próprias voltadas ao atendimento de pessoas jurídicas.

O foco inicial dessas instituições é voltado às necessidades de microempreendedores, pequenas e médias empresas. Mas parte dos bancos digitais diz atender até mesmo grandes corporações.

Banco Inter

É o caso do Banco Inter, que afirma ter serviços que atendem desde profissionais liberais até grandes empresas. A instituição oferece conta PJ desde agosto de 2017. Segundo o banco, todo o processo de abertura da conta é feito, como no caso das pessoas físicas, pelo site do banco. O Inter também ressalta que a conta jurídica é totalmente gratuita, incluindo emissão de boletos, TEDs e saques.

No Banco Inter, o empresário precisa ter conta pessoa física no banco. Segundo a instituição, “a conta PJ é um benefício para o correntista pessoa física”. O banco garante que o empresário que mantém sua conta jurídica no Inter tem ainda acesso a diversas linhas de crédito, específicas para a modalidade, como capital de giro e antecipação de recebíveis do cartão de crédito. Essa última com juros a partir de 1% ao mês.

Neon Pagamentos

Outros bancos digitais também oferecem conta para pessoa jurídica. A Neon Pagamentos, por exemplo, lançou o Neon Pejota em novembro do ano passado. Antes do lançamento da conta jurídica, o Neon já atendia cerca de mil empresas e pequenos empreendedores que participavam da fase de testes dessa nova modalidade de atendimento.

O público-alvo do Neon Pejota são profissionais liberais, microempreendedores individuais e pequenas e médias empresas. O empresário não precisa manter sua conta de pessoa física na instituição, mas há muitos casos em que o empresário tem as duas modalidades de conta na instituição.

A conta jurídica do Neon Pejota não tem anuidade. Mas as tarifas são cobradas pelo uso dos serviços. No caso de emissão de boletos, por exemplo, o empresário paga R$ 2,90 por transação. O saque no caixa eletrônico da rede 24 Horas tem custo de R$ 6,90. Para fazer transferências via TED para outros bancos o empresário precisa desembolsar R$ 3,50.

Por enquanto, o Neon não oferece linhas de crédito para pessoa jurídica. Mas promete para breve liberar o investimento em CDB direto na conta Neon Pejota. Sem adiantar os detalhes, o banco digital diz que tem planos ainda de implantar a função que permite realizar pagamento dos funcionários de empresas “de forma mais prática”.

Banco Original

O Original é outro banco digital que oferece algumas soluções para os clientes pessoa jurídica. Como condição para habilitar-se a usar a conta jurídica, batizada de Original Empresas, o empresário deverá também manter uma conta pessoa física na mesma instituição.

A conta Original Empresas, no momento, só oferece como opção de crédito para pessoas jurídicas o Cheque Empresarial. Linhas como capital de giro e cartão de crédito devem ser acrescentadas ao portfólio da conta PJ do Banco Original somente nos próximos meses. Outros serviços, como o de cobrança, também são promessas futuras para as empresas com conta corrente no Banco Original.

Os principais serviços bancários voltados para as necessidades das empresas no Original estão inclusos em um pacote de R$ 39,90 por mês, o Original Empresas, que dá direito a seis TEDs, quatro saques e 20 pagamento, mensalmente. Esse pacote garante ainda a isenção total de tarifas na conta pessoa física do empresário. Por enquanto, o banco digital ainda não tem serviço de emissão de boletos.

O Banco Original promete acrescentar, em breve, um novo pacote mais completo de serviços, com custo mensal de R$ 79,90. Com esse valor mensal, o cliente pessoa jurídica passará a fazer saques e transferências ilimitadas. Esse pacote ainda incluiria uma máquina de cartões, segundo o banco, totalmente gratuita. Nessa opção, o cliente PJ do Original também não precisaria pagar tarifas nas suas movimentações da conta corrente pessoa física.

Nome Limpo – Para continuar com crédito na praça não deixe que o seu nome fique sujo, saiba como

Uma curiosidade de muitas pessoas é saber o que pode sujar o nome, porque ter o nome limpo e a vida financeira saudável é uma necessidade para ser bem visto no mercado de crédito, conheça então 5 fatores que geram restrições no seu nome.

O que pode sujar o nome?

1. Negativação
É o principal fator que traz restrição ao seu nome no mercado. Ele acontece quando uma empresa notifica a Serasa ou outro birô de crédito sobre uma falta de pagamento. Isso pode acontecer por não pagar em dia uma conta, como água, energia e telefone. Mas também pode acontecer por esquecimento da parcela de uma prestação do carro ou da geladeira.

Essa dívidas têm um impacto negativo no seu nome e diminuem sua credibilidade no mercado de crédito.

2. Participação em falência

Se você é dono ou sócio de uma empresa e ela entra em falência, essa situação também negativa seu CPF. E impacta seu nome no mercado.

Um empresa só entra em falência quando ela não tem mais dinheiro para pagar funcionários e fornecedores. Ou seja, ela tem dívidas grandes com bancos e fica sem condições de arcar com as próprias despesas.

Isso demonstra que, em algum momento, ela perdeu seu controle financeiro. Como a empresa é administrada por um pessoa, isso acaba refletindo no nome dela dentro do mercado de crédito.

3. Cheque sem fundo

Outro fator que pode sujar o nome é pagar algum bem ou serviço com um cheque sem fundo. Usar essa forma de pagamento, mas não ter condição de pagar, demonstra ao mercado falta de controle na vida financeira.

4. Protesto

Imagine que você comprou a prazo uma roupa na loja do seu bairro, mas não conseguiu pagar. Daí, a dona da loja foi ao cartório e protestou seu nome. Isso também negativa o seu CPF e atrapalha sua relação com o mercado.

5. Ação Judicial

É quando uma pessoa coloca seu nome na Justiça por conta de uma dívida que tenha com ela. Normalmente, isso acontece quando você deve a algum conhecido. E ele acaba acionando a Justiça para que você seja intimado a pagar. Ou seja, obrigado a cumprir com a negociação assumida.

CPF – O que é, para que serve o documento “Cadastro de Pessoa Física”?

O CPF é o Cadastro de Pessoa Física. Ele é um documento feito pela Receita Federal e serve para identificar os contribuintes. O CPF é uma numeração com 11 dígitos, que só mudam por decisão judicial.

O documento é emitido pela Receita Federal
Quando você faz o seu CPF, recebe os números que serão os seus durante toda a vida. E são diferentes para cada pessoa.

Como eu faço o meu CPF?

A inscrição ao documento pode ser feita pelo site da Receita Federal, ou nas agências:

  • Banco do Brasil;
  • Caixa Econômica Federal ou
  • Correios.

Nessas instituições, é preciso pagar uma taxa para a emissão, que é de no máximo R$ 7. Já no site da Receita, o serviço é gratuito. Porém, só pode ser feito por pessoas menos de 25 anos com Título de Eleitor em situação regular.

Para que serve o documento?

A principal função é servir de identificação dos contribuintes no Imposto de Renda. Tanto que os filhos, a partir dos 12 anos, precisam ter o próprio CPF para ser incluído na declaração de imposto dos pais.

Mas o documento não serve só pra isso. Se você quiser prestar um concurso público, se matricular em uma universidade, vai precisar ter o seu. E se quiser abrir conta em banco, fazer compras ou pedir um cartão de crédito também!

O que significa ter restrições no CPF?

Isso quer dizer que tem alguma pendência no seu nome. Pode ser uma dívida ou um protesto no cartório, por exemplo.

Novo RG – Identidade vem com QR Code e traz dados de até 12 documentos

O novo modelo de RG começou a ser emitido nesta semana em oito estados, além do Distrito Federal, e permite incluir 12 documentos em um só. Além disso, ele conta com QR Code para comprovar a autenticidade das informações.

Este ainda não é o Documento Nacional de Identidade, a proposta de unificação dos RGs com dados semelhantes em todo país, motivo pelo qual ainda apenas alguns estados podem emitir a versão atualizada do RG. São eles: Goiás, Mato Grosso, Acre, Maranhão, Ceará, Rio de Janeiro, Paraná e Rio Grande do Sul, além do Distrito Federal.

No documento, podem ser incluídos dados para além do número de CPF, tipo sanguíneo e cadastro de NIS, PIS ou PASEP, já permitidos na versão atual. A lista completa de documentos é:

  • Nome Social
  • Fator RH (tipo sanguíneo)
  • CPF
  • DNI (Documento Nacional de Identificação)
  • CNS (Cartão Nacional de Saúde)
  • NIS / PIS/ PASEP
  • Certidão Militar
  • CTPS (Carteira de Trabalho e Previdência Social)
  • CNH (Carteira Nacional de Habilitação)
  • Título de Eleitor
  • Identidade Profissional

É importante ter em mente, contudo, que, para inclusão de todos esses dados no seu novo RG, é preciso que se comprove as informações com os documentos originais. Para aumentar a segurança, o documento agora conta com outros mecanismos, como QR Code, além de mudança de relevo e informações sensíveis à luz ultravioleta.

O novo documento está começando a ser emitido a quem precisa renovar ou retirar uma primeira via. Contudo, a versão antiga ainda continua valendo. A mudança tem como base o decreto 9.278/2018, sendo que deve passar a valer em todo Brasil já em março do ano que vem.

Outra novidade é que agora é possível emitir o RG em formato menor, chamado de cartão. Ele conta com dimensões de 85,6 x 54 mm e chip para leitura por aproximação.

Guia para desempregado : 10 dicas para quem ficou sem o emprego

As dívidas e as prestações mensais, sem dúvida, são a maior assombração de quem fica desempregado de uma hora para a outra.

Contatar os credores de financiamentos para expor a situação e alongar prazos é uma das saídas. Mas a venda de bens como carro, também deve ser considerada. Para ajudar quem ficou desempregado a não se endividar, listamos 15 dias.

Afinal, o desempregado precisa ter em mente que trata-se de uma fase complicada e cheia de restrições. Mas ela pode ser atravessada desde que haja organização e disciplina.

Muitas vezes, a condição é um estímulo para começar um novo estilo de vida. Pode ser em um posto de trabalho melhor ou até como patrão.

1 – Encare a situação de frente
Agora é hora de saber quais são os recursos disponíveis. Coloque no papel:

As verbas rescisórias (pagamento de férias, 13º proporcional, multa sobre o FGTS e liberação do mesmo, quando não for justa causa);
Algum fundo de emergência criado para este fim e o seguro-desemprego.
Esse montante será sua base financeira até encontrar um novo emprego e voltar a receber um salário.

2 – Não se empolgue com o dinheiro recebido
Ao se depararem com uma quantia considerável, proveniente da verba rescisória e demais benefícios, muitas pessoas se iludem e cogitam fazer investimentos, como trocar o carro ou reformar a casa. Mas atenção! Nesse momento você não tem mais renda mensal, e esse dinheiro é seu único recurso para pagar as contas fixas durante o tempo em que estará desempregado.

3 – Não pague com cartão de crédito
Jogar as despesas para o próximo mês, quando não há perspectiva de um novo trabalho e renda, só agravará o problema.

Lembre-se de que os juros do cartão de crédito estão entre os maiores do mercado e nesta fase será bem fácil entrar em uma bola de neve com dívidas no cartão.

Por isso, dê férias indeterminadas para o cartão.

4 – Coloque as contas na ponta do lápis
Inclua suas fontes de renda e todos os gastos (inclusive pequenas despesas do dia a dia).

Manter controle total sobre as finanças é a melhor maneira de evitar o endividamento e conseguir identificar onde cortar gastos.

5 – Corte itens nas despesas mensais
Não tem jeito. Uma das primeiras atitudes práticas para quem está desempregado e não vê perspectiva de encontrar um novo trabalho em pouco tempo é enxugar o orçamento.

Para isso, será necessária a contribuição da família. Explique que é uma situação temporária, mas para evitar transtornos maiores, algumas despesas terão que ser cortadas.

Caso ainda não tenha, organize uma planilha com todas as contas mensais, incluindo dívidas e prestações. Esse hábito deve se manter por toda a vida, porque ajuda a saber onde a renda mensal é empregada.

Retire dessa lista tudo o que pode ser cortado temporariamente. Isso inclui academia, cursos de idiomas, faxineira, gastos com salão de beleza, TV a cabo, por exemplo. Mantenha apenas os itens essenciais, como: alimentação, plano de saúde, contas de luz e água.

6 – Diminua o valor das contas que não podem ser cortadas
Mesmo algumas despesas fixas devem sofrer redução. É possível economizar luz e água e restringir itens na lista de compras do supermercado ou substituí-los por produtos similares mais em conta, por exemplo.

7 – Pague à vista
Como a gente já disse, é hora de trocar o crédito pelo débito. E para ir além, vá pagando à vista as contas indispensáveis. Assim, você terá como controlar melhor sua verba, sabendo exatamente quanto pode empenhar em cada compra/pagamento.

8 – Pratique a boa avareza
Faça economias pequenas no dia a dia, dispensando o cafezinho na padaria, o pão de queijo na esquina e a pizza no fim de semana.

Esses poucos reais economizados, ao longo de um mês, transformam-se no dinheiro que falta para a conta de gás, por exemplo.

9 – Economia com transporte
Em alguns momentos será mais barato deixar o carro e sair de casa a pé ou de transporte público. O procedimento evita gastos com combustível e não desgasta o veículo, adiando a manutenção e a troca de peças.

10 – Dívidas anteriores ao desemprego
Caso o desempregado tenha dívidas atrasadas para arcar, o primeiro passo é contatar os credores e explicar a situação.

Para acertar as contas com o cheque especial e o cartão de crédito, pode ser viável pedir uma atualização de valores e fazer uma proposta para quitar à vista, com desconto. Avalie também se é possível empenhar a verba rescisória nesses pagamentos.

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