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Auxílio emergencial de R$ 600 reais, veja como transferir para o seu banco

Não tem conta bancária na Caixa Econômica Federal? recebeu o “Auxilio Emergencial” de R$ 600,00 reais e quer transferir para o seu banco? saiba como no artigo abaixo:

Se o seu pedido para receber o auxílio emergencial de R$ 600 foi aprovado e você não possui uma conta na Caixa Econômica Federal, é possível transferir o benefício recebido pela conta digital sem sair de casa. Desta maneira, evita de correr riscos de contaminação nas longas filas feitas em torno das agências do banco federal.

O dinheiro pode ser movimentado, sem qualquer tarifa adicional, através do aplicativo de celular “Caixa Tem”. Principalmente se você teve problemas com a transferência do valor por meio do aplicativo oficial do auxílio emergencial.

É preciso que você tenha no celular os aplicativos Caixa Tem (usuários do sistema Android e sistema iOS) e Auxílio Emergencial (Android e iOS).

O aplicativo “Caixa Tem” é fácil de usar?

O app é intuitivo e feito de forma a ajudar na transferência dos valores. Basta informar o CPF e o código de acesso gerado no aplicativo do Auxílio Emergencial”, aquele que é recebido via SMS. Esse código pode ser gerado quantas vezes foram necessárias e costuma ter uma validade de duas horas.

Caso você não tenha uma conta Caixa será necessário informar:

  • CPF;
  • nome completo;
  • data de nascimento e
  • uma conta de e-mail.

Após isso, você vai criar uma senha que não pode ter dois números em sequência (como 1 e 2 ou 8 e 9, por exemplo) e nem ser a data do seu aniversário.

O sistema vai enviar um e-mail de confirmação para você, com um link de verificação. É preciso clicar nele. Após isso, volte para o aplicativo Caixa Tem e informe o seu número de celular e CEP residencial. A tela seguinte já vai te deixar a um passo de realizar a transferência dos R$ 600.

O menu inicial indica qual tipo de serviço você procura. A aba com o auxílio emergencial é a primeira das opções. Basta seguir as instruções do sistema e realizar a transferência. Nessa fase é preciso atenção, já que um dado errado pode impedir a movimentação do benefício.

Este vídeo feito pela Caixa ensina o passo-a-passo no aplicativo:

É possível que durante o dia o sistema fique lento ou fora do ar. A sugestão é acessá-lo de madrugada, quando o tráfego costuma ser menos intenso.

As agências da Caixa estão funcionando em horário estendido, abrindo às 8h e atendendo quem estiver nas filas. Se puder, fique em casa.

Os saques do auxílio também estão liberados em caixas eletrônicos da Caixa e do Banco 24 Horas, além de casas lotéricas.

Cartões de crédito sem consulta ao SPC e Serasa pode ser um saída para os negativados.

O melhor mesmo seria sempre tentar não gastar mais do que você ganha, mas….

Com as dificuldades causadas pela crise econômica, é muito provável que o número de inadimplentes no Brasil cresça. Para os brasileiros com alguma restrição de crédito, buscar cartões de crédito sem consulta ao SPC e Serasa pode ser um saída para os negativados.

O primeiro passo antes de pedir um novo cartão de crédito é dedicar atenção à sua situação financeira. A principal regra do planejamento é não gastar mais do que se ganha, isso inclui os gastos no cartão de crédito.

O cartão também não é indicado para gastos fixos e mensais, como alimentação e combustível.

Apenas pedir outro cartão para continuar com o mesmo comportamento financeiro pode te deixar ainda mais apertado no futuro. Por isso o primeiro passo é entender se realmente essa é a melhor decisão ou se é possível se dedicar a primeiro quitar os débitos atuais.

Se você está buscando cartões de crédito para negativados ou para facilitar as compras on-line e serviços de assinaturas, saiba que é possível solicitar um cartão de crédito pré pago.

Cartões de Crédito Pré-pagos

Essa modalidade é a ideal para quem precisa se organizar financeiramente. Como o valor do limite precisa ser pago antes da compra, não é possível acumular dívidas para os próximos meses.

Com o valor pago é possível utilizar o cartão normalmente como qualquer outro, seja para usar em lojas ou em compras pela internet.

Diversas empresas disponibilizam cartão pré-pago como:

  1. Mercado Pago
  2. Pagseguro
  3. Mastercard
  4. Visa
  5. Recarga Pay

O último ainda tem o benefício de , quando parte do valor usados nas compras é devolvido ao titular como benefício.

Para quem busca um cartão para fazer compras com valores mais altos e quem não tem como depositar o valor, o cartão pré-pago não é a melhor opção. O ideal seria buscar um cartão de crédito convencional.

E as taxas?

Para isso é necessário um cuidado extra, para quem está negativado fica mais difícil encontrar ofertas de crédito de maneira geral.

As taxas para esse público tendem a ser muito mais altas que o convencional, o que pode deixar suas compras mais caras.

Por outro lado, existe um solução mais baratas para uma parte deste público, o cartão consignado.

Cartão de Crédito Consignado

Para quem está com restrições no SPC ou Serasa, mas é beneficiário do INSS ou funcionário público, esta é uma ótima opção.

Como o cartão consignado fica vinculado ao seu benefício, ele pode ser emitido até para quem está negativado, pois não existe o risco de inadimplência.

Esse tipo de cartão pode descontar até 5% do valor do benefício para o pagamento da fatura e o desconto é automático para quem atrasar as faturas.

O cartão também pode ser isento de taxas e é fornecido pela maioria dos bancos que pagam os benefícios. Confirme antes da solicitação o Custo Efetivo Total do cartão, o CET.

Outra vantagem deste tipo de cartão é o limite também pode ser sacado em dinheiro, e tudo isso sem, cobranças adicionais como é comum nos outros cartões.

Algumas das empresas que oferecem cartões de crédito consignado são:

  1. Banco PAN
  2. Serasa e-Cred
  3. BMG
  4. Banco Inter
  5. Banco Bradesco

Cartões de crédito sem consulta ao SPC e Serasa são a solução?

Embora existam opções cartões de crédito sem consulta ao SPC e Serasa, esta provavelmente não é a melhor decisão para o seu bolso. Além das taxas mais altas do mercado o produto ainda pode contribuir para um endividamento ainda maior do negativado.

Não é saudável financeiramente utilizar o cartão de crédito para gastos básicos, embora isso possa aliviar o orçamento no primeiro e até no segundo mês, vai acabar gerando um efeito bola de neve para o negativado com dívidas cada vez maiores.

Por outro lado, com os juros da economia mais baixos, pode ficar mais fácil refinanciar dívidas antigas e até contratar empréstimos para quitar as restrições.

Buscar quitar as dívidas atuais com certeza é a melhor decisão, para isso é interessante negociar bastante com os credores da dívida e buscar as melhores condições para o pagamento.

E claro, usar o cartão com mais responsabilidade quando estiver sem restrições novamente!

CPF irregular – Descubra a situação do seu documento, o porque e quais as consequências para a pessoa física

Nesta semana a população brasileira nunca tinha dado muita atenção para a “Situação Cadastral” do seu CPF, a maioria desconhecia e nem sabia qual era a situação do seu “Cadastro de Pessoa Física“, com a pandemia do COVID-19 assolando as pessoas e gerando consequências negativas para a renda dos mais necessitados, o governo teve que criar um plano, ou melhor, um “Auxilio Emergencial” no valor de R$ 600 reais para ajudar todos aqueles desprovidos de recursos financeiros e que estiverem dentro do perfil( requisito) para receber o auxílio, mas( sempre tem um “mas”) para ter acesso a ajuda do governo, apenas os beneficiários que estão com os seus CPFs regulares.

Para descobrir a situação do seu CPF?

Acesse o site: https://www.situacao-cadastral.com/

Por que o meu CPF está “IRREGULAR”?

São vários os motivos para o CPF ou cadastro de pessoa física, estar irregular. Veja abaixo o por quê:

CPF – Tipos de Situações?

IRREGULAR: “PENDENTE DE REGULARIZAÇÃO” significa que a pessoa deixou de entregar alguma declaração de imposto renda de pessoa física (DIRPF) obrigatória pelo menos em um dos últimos 5 anos. Como regularizar? Clique aqui!

INEXISTENTE: Significa que não existe cadastro para o número consultado.

FALECIDO: “TITULAR FALECIDO” Significa que foi constatado o óbito (morte) da pessoa atribuída ao número do documento (CPF) consultado.

SUSPENSA: Significa que o cadastro está incorreto ou incompleto na Receita Federal. Como regularizar? Clique aqui!.

CANCELADA: Significa que o documento CPF foi cancelado por multiplicidade de inscrição (já existia outro cadastro para mesma pessoa) ou por decisão administrativa da Receita Federal ou por pedido judicial.

ANULADA: “NULO” Significa que foi detectado alguma fraude na inscrição e o documento de CPF foi anulado.

Consequências para a pessoa física se o CPF estiver irregular?

Como o CPF é o cadastro dos brasileiros na Receita Federal, quem está com o CPF irregular não consegue seguir a vida normal. As pessoas com o CPF irregular são impedidas de:

  1. Abrir ou movimentar contas bancárias (corrente, poupança ou digital);
  2. Pedir um empréstimo;
  3. Tirar passaporte;
  4. Participar de concursos públicos;
  5. Receber aposentadoria;
  6. Comprar ou vender imóveis;
  7. Fazer um financiamento;
  8. Receber prêmio de loteria (imagina finalmente ganhar e não poder receber?!).

Em alguns casos, a pessoa com o CPF irregular pode até ser impedida de começar um novo emprego, dependendo da política da companhia.É por esses motivos que é essencial fazer a regularização do CPF o quanto antes.

 Como regularizar? Clique aqui!

Covid-19: Devido a pandemia que assola o mundo, o governo do Brasil lança o “Auxílio emergencial” – Veja quem terá direito e como vai funcionar a ajuda de R$ 600

Auxílio Emergencial o que é?

O Auxílio Emergencial é um benefício financeiro destinado aos trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEI), autônomos e desempregados, e tem por objetivo fornecer proteção emergencial no período de enfrentamento à crise causada pela pandemia do Coronavírus – COVID 19.

O benefício no valor de R$ 600,00 será pago por três meses, para até duas pessoas da mesma família.

Para as famílias em que a mulher seja a única responsável pelas despesas da casa, o valor pago mensalmente será de R$1.200,00.

Quem estava no Cadastro Único até o dia 20/03, e que atenda as regras do Programa, receberá sem precisar se cadastrar no site da CAIXA.

Quem recebe Bolsa Família poderá receber o Auxílio Emergencial, desde que seja mais vantajoso. Neste período o Bolsa Família ficará suspenso.

As pessoas que não estavam no Cadastro Único até 20/03, mas que têm direito ao auxílio poderão se cadastrar no site auxilio.caixa.gov.br ou pelo APP CAIXA|Auxílio Emergencial.

Depois de fazer o cadastro, a pessoa pode acompanhar se vai receber o auxílio emergencial, consultando no próprio site ou APP.

Auxílio emergencial: quem terá direito e como vai funcionar a ajuda de R$ 600 para trabalhadores informais

A Caixa Econômica Federal lançou nesta terça-feira (7) o site e o aplicativo por onde informais, autônomos e MEIs podem solicitar o auxílio emergencial de R$ 600. O governo vai iniciar os pagamentos nesta quinta-feira (9).

O presidente Jair Bolsonaro sancionou no dia 1º de abril um benefício emergencial que será pago por três meses em razão da crise econômica causada pela pandemia do novo coronavírus. A mulher que for mãe e chefe de família poderá receber R$ 1,2 mil por mês.

Na quinta (2), a lei que institui o auxílio foi publicada no Diário Oficial da União (DOU). Terão direito ao benefício trabalhadores informais, desempregados, MEIs e contribuintes individuais do INSS, maiores de idade e que cumpram requisitos de renda média (veja abaixo).

Como será o pagamento?

Há diferentes datas para a realização do pagamento. Confira abaixo:

Primeira parcela

  • Quem está no Cadastro Único, não recebe Bolsa Família e têm conta no Banco do Brasil ou poupança na Caixa Econômica Federal recebe a primeira parcela nesta quinta-feira (9);
  • A pessoa que está no Cadastro Único, não recebe Bolsa Família e não têm conta nesses bancos: recebe na terça-feira da semana que vem (14 de abril);
  • Quem não está no Cadastro Único: em 5 cinco dias úteis após inscrição no programa de auxílio emergencial;
  • A pessoa que recebe Bolsa Família: últimos 10 dias úteis de abril, seguindo o calendário regular do programa.

Segunda parcela

  • Quem está no Cadastro Único, não recebe Bolsa Família, além dos trabalhadores informais inscritos no programa de auxílio emergencial: entre 27 e 30 de abril;
  • Quem recebe Bolsa Família: últimos 10 dias úteis de maio, seguindo o calendário regular do programa

Terceira parcela

  • Quem está no Cadastro Único, não recebe Bolsa Família, além dos trabalhadores informais inscritos no programa de auxílio emergencial: entre 26 e 29 de maio;
  • Quem recebe Bolsa Família: últimos 10 dias úteis de junho, seguindo o calendário regular do programa

Pra quem se destina?

Para ter acesso ao auxílio emergencial, deverá cumprir, ao mesmo tempo, os seguintes requisitos:

  • Maior de Idade
    ser maior de 18 anos de idade
  • Não ter emprego formal
    destinado para trabalhadores autônomos com rendas informais, que não seja Agente público, inclusive temporário e nem exercendo mandato eletivo.
  • Não ser beneficiário
    não receber benefício previdenciário ou assistencial, seguro-desemprego ou de outro programa de transferência de renda federal que não seja o Bolsa Família;
  • Renda familiar
    renda familiar mensal per capita (por pessoa) de até meio salário mínimo (R$ 522,50) ou renda familiar mensal total (tudo o que a família recebe) de até três salários mínimos (R$ 3.135,00);
  • Rendimentos Tributáveis
    não ter recebido rendimentos tributáveis, no ano de 2018, acima de R$ 28.559,70;
  • Estar desempregado ou Exercer as seguintes atividades
    exercer atividade na condição de microempreendedor individual (MEI) ou ser contribuinte individual ou facultativo do Regime Geral de Previdência Social (RGPS) ou ser trabalhador informal inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico);

Além disso, todos os beneficiários deverão:

  • A mulher que for mãe e chefe de família, e estiver dentro dos demais critérios, poderá receber R$ 1,2 mil (duas cotas) por mês.

Na renda familiar, serão considerados todos os rendimentos obtidos por todos os membros que moram na mesma residência, exceto o dinheiro do Bolsa Família.

Se, durante este período de três meses, o beneficiário do auxílio emergencial for contratado no regime CLT ou se a renda familiar ultrapassar o limite durante o período de pagamento, ele não deixará de receber o auxílio.

O texto aprovado no Congresso previa cancelamento do benefício caso a pessoa deixasse de cumprir os critérios listados acima. Porém, o Palácio do Planalto vetou esse ponto. Segundo o governo, isso iria “contrariar o interesse público” e gerar um esforço desnecessário de conferência, mês a mês, de todos os benefícios que estarão sendo pagos.

Quem não tem direito?

O auxílio não será dado a quem recebe benefício previdenciário ou assistencial, seguro-desemprego ou outro programa de transferência de renda federal que não seja o Bolsa Família.

No caso do Bolsa Família, o beneficiário poderá optar por substituir temporariamente o programa pelo auxílio emergencial, se o último for mais vantajoso.

É preciso estar inscrito no CadÚnico?

O trabalhador que se enquadre nos critérios de renda não precisará estar inscrito no CadÚnico para receber o benefício. Quem estava inscrito, receberá o benefício na frente pela facilidade de verificar os requisitos.

Para que não está no CadÚnico, a verificação será feita por meio de autodeclaração no aplicativo ou site lançado pela Caixa nesta terça-feira. A Caixa estima que os recursos serão liberados em até cinco dias úteis após o cadastro.

Para quem não tem conta atualmente, a Caixa Econômica Federal vai abrir contas digitais gratuitas. Essas contas vão permitir que os beneficiários façam pagamentos de contas de consumo e transferências gratuitamente.

Como pedir o benefício? Já é possível se inscrever?

Para os beneficiários do Bolsa Família (que já estão inscritos no Cadastro Único), o benefício será pago de forma automática.

Os trabalhadores que não recebem o Bolsa Família, mas estão no CadÚnico também não precisarão se inscrever. O governo irá identificar quem, dentre esses, tem direito ao benefício e vai operacionalizar o pagamento por meio da Caixa Econômica Federal.

Já os informais, MEIs e contribuintes individuais do INSS que não estão nesse cadastro deverão se registrar por meio do site ou aplicativo liberado pelo Ministério da Cidadania. Os trabalhadores podem fazê-lo das seguintes formas:

Segundo o ministro Onyx Lorenzoni, apenas para as pessoas que não tenham acesso à internet, será possível também fazer o registro em agências da Caixa ou lotéricas. O cadastro presencial será uma exceção, apenas em último caso.

A Caixa também disponibilizou o telefone 111 para tirar dúvidas dos trabalhadores sobre o auxílio emergencial. Não será possível se inscrever por ali.

Trabalhadores que já estão nos cadastros do governo mas que não sabem disso e venham a tentar fazer o credenciamento por qualquer dos meios anunciados, vão ser informados de que não precisam do registro.

Limites

O projeto estabelece ainda que só duas pessoas da mesma família poderão acumular o auxílio emergencial.

Será permitido a duas pessoas de uma mesma família acumularem benefícios: o auxílio emergencial e o Bolsa Família. Se o auxílio for maior que a bolsa, a pessoa poderá fazer a opção pelo auxílio.

Quanto tempo deverá durar o auxílio?

O governo definiu que o benefício dura três meses ou até o fim da emergência do coronavírus no país. O relator do projeto aprovado na Câmara, Marcelo Aro (PP-MG), disse que a validade do auxílio poderá ser prorrogada de acordo com a necessidade.

Como usar a conta digital

A conta digital a ser aberta para os beneficiários que não têm outra conta bancária será do tipo poupança. Essa conta, gratuita, poderá ser movimentada por meio do aplicativo Caixa Tem.

Clique aqui para baixar o aplicativo Caixa Tem para celulares Android: https://play.google.com/store/apps/details?id=br.gov.caixa.tem&hl=pt_BR
A conta dispensa apresentação de documentos, é isenta de cobrança de tarifas de manutenção e permite ao menos uma transferência eletrônica de recursos para outro banco. A conta também vai permitir o pagamento de contas de consumo.

As parcelas do auxílio emergencial não poderão ser usadas para quitar automaticamente as dívidas dos beneficiários com os bancos. Segundo a Caixa, foi feito um acordo para que esses recursos não sejam usados para cobrir dívidas, como cheque especial, por exemplo.

Impacto na economia

A previsão do governo federal é que o auxílio deverá injetar R$ 5 bilhões por mês na economia, ou seja, cerca de R$ 15 bilhões em todo o período estimado.

O dinheiro sairá dos cofres da União, que ganhou fôlego após a aprovação do estado de calamidade pública, que permite ao governo descumprir a meta fiscal de 2020, que seria de déficit de R$ 124 bilhões, e agora poderá se endividar mais.

Covid-19: A empresa British Airways junto com sindicatos acordou suspender temporariamente mais de 30 mil funcionários( tripulação de cabine e de terra)

Empresa Aérea Britush Airways - logotipo

A British Airways chegou a um acordo com os seu 30 mil funcionários

A companhia aérea, que parou a maior parte de sua frota devido ao Covid-19, estava em negociações com sindicatos há mais de uma semana.

Mas na quinta-feira, o chefe da British Airways, Alex Cruz, disse à equipe que a grande maioria dos funcionários seria suspensa pelos próximos dois meses.

Ele disse que o esquema de retenção de empregos do governo financiaria 80% de seus salários.

Explicando a decisão, o Sr. Cruz disse: “Precisamos agir agora para proteger os empregos e garantir que a British Airways saia do outro lado da crise da melhor forma possível”.

A decisão afetará todos os funcionários do aeroporto de Gatwick e London City após a companhia aérea suspender suas operações nos dois locais até a crise terminar.

“O número de colegas que serão dispensados ​​reflete a queda significativa de vôos”, disse Cruz.

Sob o esquema de retenção de empregos, o governo financia 80% do salário de alguém limitado a um máximo de 2.500 libras esterlinas por mês. Mas o union Unite disse que não haveria limite para os ganhos sob seu acordo com a British Airways.

Qual a posição do sindicato?

O sindicato também disse que nenhum funcionário seria despedido durante a crise

“Dadas as circunstâncias incrivelmente difíceis que todo o setor de aviação está enfrentando, isso é o melhor negócio possível para nossos membros”, disse o oficial nacional de aviação do sindicato, Oliver Richardson, em comunicado.

Ninguém que trabalha na British Airways ficará surpreso com o anúncio de hoje. Quando os aviões estão no chão – e quase toda a frota está fazendo exatamente isso, dispersa para aeroportos regionais em todo o país – não há necessidade do exército de trabalhadores que pilotam a aeronave, mantêm, carregam e descarregam as malas. e sirva os passageiros.

Qual o custo para a empresa com funcionários?

Os funcionários normalmente representam cerca de 40% dos custos de uma companhia aérea, e a BA deve poder recuperar 80% dos salários do esquema de apoio governamental ao emprego criado para ajudar as empresas afetadas pelo vírus.

A companhia, até agora, não pediu ao governo nenhuma outra assistência financeira específica. A EasyJet também não, onde fontes sênior dizem que os programas gerais de assistência – assistência salarial e garantias de empréstimos – devem ser suficientes.

A Virgin Atlantic, no entanto, continua pressionando, e escreveu para os deputados apontando que fornece a única competição de bandeira britânica à British Airways em muitas rotas importantes de Heathrow.

Até agora, o chanceler, Rishi Sunak, adotou uma linha dura, dizendo que as companhias aéreas deveriam esgotar todas as receitas financeiras antes de recorrer ao contribuinte. Se a Virgin fizer um pedido formal de mais ajuda, ela deverá poder mostrar que cumpriu o teste do chanceler.

A BA já havia alcançado um acordo separado com seus 4.000 pilotos, que receberão um corte de 50% nos salários em dois meses.

John Strickland, analista independente de aviação, disse que “negociações difíceis” entre a BA e o sindicato Unite significaram que demorou um pouco para chegar a um acordo.

“O acordo dos pilotos pela metade do pagamento foi concluído um pouco antes – acho que houve um reconhecimento da gravidade dessa questão”, disse ele.

A empresa controladora da BA, International Airlines Group (IAG), está em uma posição financeira melhor do que alguns de seus concorrentes. O grupo obteve lucros saudáveis ​​nos últimos anos.

Mas a decisão esperada da companhia aérea de suspender um número tão grande de trabalhadores dá uma sensação de quão duramente a aviação britânica foi atingida por restrições de viagem destinadas a impedir a propagação da pandemia.

Com as reservas futuras canceladas para o futuro próximo, as companhias estarão com problemas de caixa.

Qual a expectativa para os próximos meses?

Nos próximos três meses, a Associação Internacional de Transporte Aéreo espera que as companhias aéreas acumulem perdas de quase US $ 40 bilhões (32,3 bilhões de libras). Ele afirmou que as operadoras estão queimando rapidamente suas reservas de caixa, principalmente por causa do custo de vários bilhões de libras do reembolso de passagens para voos cancelados.

Muitos funcionários da Virgin Atlantic tiveram seus empregos suspensos por dois meses e as equipes da Easyjet estão desempregadas por três meses.

Nesta semana, a British Airways realizou voos de repatriamento do governo para levar centenas de cidadãos britânicos para casa do Peru, depois que o país entrou em confinamento.

É uma das várias companhias aéreas do Reino Unido que concordaram em realizar voos de repatriamento nas próximas semanas, já que centenas de milhares de pessoas ainda estão presas em outras partes do mundo.

C6 Bank e TIM – Operadora de telefonia fechou parceira com o banco digital

TIM - Empresa de Telefonia do Brasil

Operadora de telefonia TIM resolveu investir na fintech C6 Bank, adquirindo uma parte minoritária do banco digital!!!

Nesta quinta-feira (26), a TIM anunciou que fechou uma parceria estratégica com o C6 Bank. Esse acordo marca a entrada da operadora no oferecimento de serviços financeiro no Brasil. A oferta, que tem previsão de lançamento ainda para este ano, quer atingir os cerca de 55 milhões de usuários da operadora.

Não há informações sobre quais serviços serão oferecidos pela parceria. No entanto, essa junção pode ajudar o C6 Bank a crescer no país. A instituição, lançada por aqui em agosto de 2019, atingiu o total de 1,5 milhão de contas ativas até fevereiro deste ano. Com a parceria, a estimativa é que, além de usuários da base ativa da TIM aderirem ao serviço, novos clientes sejam atraídos pelas vantagens oferecidas.

Se o serviço for bem recebido e houver ampla adoção dos usuários, a TIM informa que estuda adquirir uma parte minoritária da fintech. De acordo com Renato Ciuchini, chefe de estratégia e transformação da operadora, a ação tem como “objetivo oferecer o máximo de benefícios para sua base de clientes, contemplando também os consumidores não-bancarizados”.

Atualmente, o banco não possui locais físicos para atendimento, mas já oferece muitos serviços semelhantes aos bancos convencionais, como conta-corrente, pagamentos e cartões múltiplos. Porém, há algumas vantagens como conta internacional em dólar, transferência por SMS e pagamento de pedágio através do débito.

Golpe de R$ 12 mil – Cliente enviou foto com RG após receber ligação de suposto funcionário do Nubank; criminosos fizeram empréstimo na NuConta

Os golpes que usam o Nubank como isca não ocorrem só na internet: um cliente de 46 anos em Americana (SP) recebeu ligação de um “funcionário” pedindo que enviasse uma foto com RG, pois estariam tentando acessar a conta dele. Então, criminosos fizeram um empréstimo e duas transferências na NuConta, causando prejuízo de aproximadamente R$ 12 mil.

Em 21 de janeiro, o homem recebeu uma ligação via celular de um suposto funcionário do Nubank: ele alegou que precisava de uma foto com RG para atualizar o cadastro, pois o sistema estava com erros e alguém tentou acessar sua conta. O cliente nem desconfiou e enviou a imagem.

Então, na noite de terça-feira (18), o Nubank disse ao cliente que alguém fez um empréstimo de R$ 12 mil na NuConta. Então, esse dinheiro foi transferido para contas diferentes em duas TEDs, uma de R$ 6,3 mil e outra de R$ 5,5 mil. Ele não autorizou nenhuma dessas transações.

O homem recorreu à CPJ (Central de Polícia Judiciária) para que o golpe seja investigado. O caso foi relatado pelo TodoDia e O Liberal, dois jornais locais de Americana, com base no boletim de ocorrência da Polícia Civil.

Nubank diz que devidas providências foram tomadas

Em comunicado, o Nubank afirma que o caso foi tratado diretamente com o cliente e todas as devidas providências foram tomadas. “O tipo de atividade relatada pelo cliente é crime e sempre iremos colaborar com as autoridades competentes para investigar e coibir ações como esta”, diz a empresa.

A fintech também explica que “em nenhuma hipótese fazemos ligações para clientes solicitando o envio de fotos, e nunca pedimos para que os clientes nos mandem seus documentos ou outras informações sensíveis por e-mail”. O envio, quando solicitado, é feito somente através do aplicativo.

Fraudes no cartão: Brasil é o 2º país da América Latina com golpes no cartão em compras online

Veja quais são os principais golpes e como se proteger

Você já recebeu alguma mensagem do seu banco dizendo que o seu cartão de crédito havia sido usado em uma compra que você não fez?

Se não aconteceu contigo, é provável que você conheça alguém que já passou por isso.

E essa probabilidade é alta, o Brasil ocupa o segundo lugar no ranking de fraudes no comércio virtual na América Latina, atrás apenas do México,  levantamento feito pela Visa.

Mas se isso acontecer, o que o consumidor deve fazer?

A fraude mais comum é a do “teste de cartão”, quando criminosos usam robôs para tentar “adivinhar” dados de cartões de crédito e usá-los em compras online. E foi isso que aconteceu com a agente de turismo Viviene Gaudard.

“Fui dormir e acordei com várias mensagens do aplicativo do banco com compras feitas no meu cartão, mas eu não havia feito nenhuma delas”, afirma. Ela entrou em contato com o banco por telefone e no mesmo dia os valores foram estornados. “Recebi a fatura algumas semanas depois já sem aquelas compras”, diz.

No ranking do Banco Central, as reclamações referentes a “irregularidades relativas a integridade, confiabilidade, segurança, sigilo ou legitimidade das operações e serviços” relacionadas a cartões de crédito” somaram 5.982 queixas em 2019, uma alta de 28,2% em relação ao registrado em 2018.

Em casos como o de Viviene, geralmente o prejuízo fica com o lojista. Adriana, diretora de risco da Visa, explica que às vezes o banco ou fintech emissor do cartão percebe que a compra é “atípica” para aquele cliente e não aprova a transação. Porém, quando não há essa identificação por parte da instituição financeira, e a compra é autorizada, o lojista separa e envia aquele produto, portanto, a perda é dele.

Quando é o cliente que faz a contestação:

“Quando há a contestação por parte do cliente, o banco emissor avisa ao credenciador (que é a empresa contratada pelo lojista para receber os pagamentos, como a Cielo, Rede, PagSeguro, etc).

Esse credenciador, por sua vez, manda essa informação para o e-commerce para que ele já se antecipe em relação a essa perda que vai chegar lá na frente, em forma de débito”, explica Adriana. “Em alguns casos, toda essa comunicação é feita a tempo e o vendedor não envia aquele produto. Em outros, ele tem prejuízo”, completa.

A especialista explica que há a possibilidade de o e-commerce tentar reverter o prejuízo, mas nem sempre o trabalho compensa financeiramente. “O risco financeiro é do e-commerce.

Quando o prejuízo é muito relevante, a loja pode montar dossiês, de maneira independente, com informações do momento da compra para que ele possa se defender quando for solicitado o estorno, mas nem sempre vale a pena”, afirma Adriana.

No caso do comprador, por outro lado, quando o emissor do cartão percebe compras atípicas ou quando aquela transação é contestada, o valor pode ser estornado. Mas há alguns cuidados que devem ser tomados.

“Uma das sugestões básicas é não perder de vista seu cartão, para não correr o risco de alguém copiar os dados e fazer compras em seu nome. Algo que seria interessante também é sempre checar a fatura, seja online ou física, e optar por receber alerta de transações, para você pedir estorno caso haja uma transação que você não fez”, afirma a especialista.

Outras modalidades de fraude

Além do teste de cartão, que gera as tais compras fraudadas na internet, existem também outras modalidades de golpes com os cartões.

Segundo o estudo da Visa, das transações fraudulentas mapeadas, 42% tiveram invasão de conta ou roubo de identidade. Esses casos são quando os fraudadores procuram informações de algumas pessoas específicas e vão atrás dos bancos se passando por esses correntistas.

“Com muita lábia, eles vão na central de atendimento, se fazem passar pelo dono daquele cartão e podem pedir coisas como uma segunda via do cartão ou um adicional”, afirma Adriana.

Outros 40% das transações fraudulentas são baseadas no envio de cupons, vale-descontos e reembolsos falsos. Nesses casos, podem ser enviados links em redes sociais ou aplicativos de trocas de mensagens que exigem um cadastro para que aquela pessoa seja contemplada com um brinde.

Há ainda a modalidade de “fraude amigável“, que afeta 28% das transações fraudulentas. Nesses casos, o próprio portador do cartão contesta uma compra que ele mesmo fez, como se fosse uma fraude, para receber o estorno.

Juros do cheque especial 2% ao mês? Pedro Guimarães quer reduzir a taxa

Juros do cheque especial 2% ao mês? Pedro Guimarães quer reduzir a taxa

O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, quer reduzir os juros do cheque especial para 2% ao mês. Em dezembro, a Caixa já havia reduzido a taxa do cheque especial de 4,99% ao mês para 4,95% para clientes que recebem seus salários na instituição. Guimarães disse que pediu que sua equipe estude o tema. Para viabilizar a redução da taxa para este patamar, ele aposta na ampliação do número de clientes e na redução da inadimplência.

“A gente passou o cheque especial de 14% para 4%, e o meu objetivo é ir para 2%, 2,9% ao mês. Conseqüentemente, nós tínhamos uma inadimplência ‘X’ quando cobrávamos 14%, temos uma inadimplência muito menor quando cobramos 4,9%, portanto, se a gente conseguir reduzir a inadimplência e aumentar a carteira, podemos continuar diminuindo o cheque especial porque o que interessa para a gente é a rentabilidade”, afirmou.

Guimarães também quer fazer uma “revolução” no financiamento habitacional no país, com a nova linha de financiamento com juros fixos, que deve ser lançada em março. Segundo ele, a Caixa, “vai tornar mais fácil o crédito imobiliário no Brasil”, fazendo com que as demais instituições financeiras siga o mesmo caminho.

Como será essa nova linha de financiamento?

O novo modelo terá prazo de financiamento de 30 anos e a taxa de juros será no mínimo de 6,5% ao ano, a mais baixa da instituição. Ele não revelou, no entanto, quais serão as taxas a serem cobradas, mas adiantou que serão competitivas.

Para se resguardar contra eventuais prejuízos, caso os indicadores econômicos piorem, a Caixa vai embutir na tarifa o custo de hedge (proteção), que será feito via compra de títulos públicos atrelados à inflação. Portanto, para que o cliente não tenha perdas ao assumir um contrato de longo prazo, com juros pré-fixados, o banco assumirá os riscos.

“Hoje, o cliente tem o risco da TR (Taxa Referencial), que pode subir em caso de alta da Selic, e da inflação, com o IPCA. Ele terá uma taxa fixa e não terá que se preocupar com inflação. No caso da Caixa, como a gente se defende? Comprando títulos que tenham correlação com a inflação. Vou fazer um financiamento (com a compra dos títulos públicos) e vou pagar nos próximos 30 anos. Isso nunca aconteceu. Essa modalidade será uma revolução.”

Banco digital Neon por cometer graves violações às normas legais e regulamentares é fechado pelo Banco Central

Banco Neon e Neon Pagamentos não são a mesma empresa

A ascensão e aceitação pelo público dos Bancos Digitais foi meteórica, mas infelizmente o Banco Neon ao cometer “graves violações” foi encerrado por determinação do BACEN.
Mais detalhes abaixo:

Em nota emitida na última terça-feira (10), o Banco Central (BACEN) determinou o encerramento das operações do Banco Neon, acusado de cometer “graves violações às normas legais e regulamentares”.

O documento publicado pelo Banco Central não detalhou quais são as irregularidades praticadas pelo Banco Neon, mas afirmou que não está relacionado a abertura de contas digitais ou emissão de cartões pré-pago — realizadas pela fintech Neon Pagamentos.

“O Banco Central está adotando todas as medidas cabíveis para apurar as responsabilidades, em observância às suas competências legais de supervisão do sistema financeiro. Nos termos da lei, ficam indisponíveis os bens dos controladores e dos ex-administradores da instituição.”, descreve o documento.

Banco Neon e a Neon Pagamentos

Apesar de possuírem nome semelhante, o Banco Neon e a fintech Neon Pagamentos não são a mesma empresa. Na verdade, o compartilhamento de nomes se deu pela parceria entre as duas companhias iniciada em 2016.

Obedecendo a legislação brasileira, a empresa de pagamentos Controlly se uniu ao Banco Pottencial naquele ano e ambas passaram a se identificar pelo nome Neon: Neon Pagamentos, para a fintech, e Banco Neon, o antigo Pottencial.

Fundado pela família Géo, o Banco Pottencial teve liquidação extrajudicial determinada pelo BC em agosto de 2018. Nesta ocasião, o Banco Central entendeu que a situação econômico-financeira do Banco Neon estava comprometida e que cometia graves violações às normas legais e regulamentares que disciplinam atividades bancárias.

Parceria encerrada

Ao site Konta Azul, a Neon Pagamentos esclareceu a situação e confirmou que a parceria havia sido revogada desde maio de 2018.

“A fintech Neon Pagamentos não tem nenhuma relação com o Banco Neon S.A. (antigo Banco Pottencial), que teve o cancelamento da autorização para funcionamento confirmado nesta terça-feira, 10, pelo Banco Central.”.

Na publicação, a Neon Pagamentos acrescenta que as companhias sempre tiveram CNPJs diferentes, mas que, de fato, foram parceiras. Sendo assim, a liquidação extrajudicial de agosto do ano passado não afetou as operações ou clientes da fintech, mas inviabilizou o pagamento de boletos; a utilização do cartão de crédito e outros serviços durante aquele período.

Novamente, a fintech precisou se unir à outra instituição financeira e, desta vez, escolheu o Banco Votorantim. Só em novembro, a Neon Pagamentos recebeu cerca de R$ 400 milhões da General Atlantic e do próprio Banco Votorantim, com a finalidade de fortalecer sua competição no Brasil.