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C6 Bank e TIM – Operadora de telefonia fechou parceira com o banco digital

TIM - Empresa de Telefonia do Brasil

Operadora de telefonia TIM resolveu investir na fintech C6 Bank, adquirindo uma parte minoritária do banco digital!!!

Nesta quinta-feira (26), a TIM anunciou que fechou uma parceria estratégica com o C6 Bank. Esse acordo marca a entrada da operadora no oferecimento de serviços financeiro no Brasil. A oferta, que tem previsão de lançamento ainda para este ano, quer atingir os cerca de 55 milhões de usuários da operadora.

Não há informações sobre quais serviços serão oferecidos pela parceria. No entanto, essa junção pode ajudar o C6 Bank a crescer no país. A instituição, lançada por aqui em agosto de 2019, atingiu o total de 1,5 milhão de contas ativas até fevereiro deste ano. Com a parceria, a estimativa é que, além de usuários da base ativa da TIM aderirem ao serviço, novos clientes sejam atraídos pelas vantagens oferecidas.

Se o serviço for bem recebido e houver ampla adoção dos usuários, a TIM informa que estuda adquirir uma parte minoritária da fintech. De acordo com Renato Ciuchini, chefe de estratégia e transformação da operadora, a ação tem como “objetivo oferecer o máximo de benefícios para sua base de clientes, contemplando também os consumidores não-bancarizados”.

Atualmente, o banco não possui locais físicos para atendimento, mas já oferece muitos serviços semelhantes aos bancos convencionais, como conta-corrente, pagamentos e cartões múltiplos. Porém, há algumas vantagens como conta internacional em dólar, transferência por SMS e pagamento de pedágio através do débito.

Nubank – Banco digital recebe investimento de US$ 400 milhões e já vale mais de US$ 10 bilhões

O Nubank continua crescendo em um ritmo impressionante. A fintech confirmou nesta sexta-feira, 26, que recebeu um novo investimento no valor de US$ 400 milhões, que coloca o valor total da companhia na casa dos US$ 10,4 bilhões, sendo a primeira empresa brasileira a superar a marca dos 10 bilhões por meio de rodadas fechadas de investimentos.

O novo aporte foi coordenado fundo TCV, dos Estados Unidos, que já possui participação em empresas gigantescas do Vale do Silício, como Facebook, Netflix e Airbnb. É a primeira vez que o grupo investe em uma empresa latino-americana, e a ação foi providencial, fazendo com que o Nubank se tornasse a startup mais valiosa da América Latina.

O Nubank está em fase de franca expansão, e o capital ajudará a empresa a manter seu ritmo de ampliação da base de clientes e penetração em outros países. A empresa já possui escritórios no México, onde a oferta de serviços deve começar ainda neste ano, e na Argentina, onde a previsão de lançamento é para 2020.

Além da expansão internacional, o Nubank tem ampliado consideravelmente sua gama de serviços nos últimos anos. A empresa nasceu com seu cartão de crédito sem tarifas, mas aos poucos foi diversificando suas opções: logo surgiu o programa de pontos do cartão, a NuConta, investimentos e empréstimo pessoal. Também é aguardado que dentro de pouco tempo a companhia confirme o lançamento de uma conta digital para empresas.

O Nubank é parte de uma lista bastante restrita de startups brasileiras a receberem o título simbólico de “unicórnio”, como são conhecidas no jargão do Vale do Silício as startups com valor de mercado superior a US$ 1 bilhão. Ao revelar o negócio, o Wall Street Journal chegou a inovar na linguagem, chamando o Nubank de “decacórnio”, que seriam os unicórnios de mais de US$ 10 bilhões.